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sexta-feira, 27 de abril de 2012

O Último Rei Orco X

Quando as crianças sairam do Templo, toda uma tarde e toda uma noite haviam passado. Fora, ao lado da porta, um Rei rezava, ajoelhado. Ele deveria estar rezando por seu povo, deveria estar rezando pela vitória dos Homens e derrota dos Orcos.

Ele rezava por seus filhos.

O Rei se levantou, e olhou para as crianças, e depois para o sacerdote, Hodekin, que seguia atrás delas. Tuna trazia uma faixa envolvendo seus olhos, e segurava a mão de sua irmã, que o guiava. Hina tinha o olhar distante, perdido no horizonte. Nenhum dos dois pareceu perceber a presença de seu pai. Apenas o sacerdote olhou para o Rei, um leve sorriso em seu rosto.

- O que você fez com eles, Hodekin?

- Eu, meu Rei? Eu sou apenas um instrumento do poderoso JUS. E agora, também elas o são.

- Tuna, Hina, vocês estão bem. - Nenhuma das crianças lhe respondeu, e elas seguiram em frente, caminhando lentamente, em direção a muralha norte.

- Não as distraia, meu Rei. Elas são agora os olhos e a voz de JUS PATER. Deixe-as ir, enfrentar o Rei dos Orcos.

- E quando o enfrentarem, o que será delas, depois?

- Isto não cabe a mim dizer, meu Rei.

Um comentário:

  1. Olá, notei que você está me seguindo no Twitter. Se quiser podfe publicar material meu do esquina do òbvio aqui, basta apenas avisar e creditar. Tente esse: http://lounge.obviousmag.org/esquina_do_obvio/2012/04/conto-terras-do-amanhecer-eterno.html

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